Às vezes me pego pensando na real importância da intuição.
Sim, porque deve haver em algum lugar, em alguma galáxia ou buraco negro, uma
fonte de energia que faz bater o coração das pessoas mais forte. Há quem chame
de amor.
Essa energia toma conta de diversas cabeças, na fração de
segundo de um mínimo descuido, e mergulha sobre os corpos e as almas. Há quem
chame de amor.
Isto aí atrapalha a concentração, mas também ajuda a
concentrar! Dá forças e motiva a ação benéfica. Solta sorrisos fáceis e previne
rugas! Há quem chame de amor.
Há boatos, inclusive, de uma alegria imensa em estar junto
da bagunça dentro de uma casa antiga, com diversos reparos a serem feitos e com
intrigas familiares... tudo isso motivado por essa coisa, que uns e outros
insistem em chamar de amor.
Essa intuição leva uma inspiração e criatividade incríveis
para/com o mundo, mas também não é perfeita: traz com ela uma ansiedade de vida
que consome, noites e dias, as cabeças envolvidas. Há quem chame de amor.
Os que a absorvem, apresentam tendências coloridas de pensar
e leves de agir, seja no meio urbano ou no meio do mato. Esse bicho, quando
pica, é insistente e não há vacina que o combata. Há quem chame de amor.
Sua distribuição é onipresente, até mesmo ao redor dos mais céticos. É transbordante entre amigos, incalculável entre pais e filhos, estonteante e intensa entre amantes, admirável entre voluntários e carentes, encantadora entre crianças e animais de estimação. Eu chamo de amor, há outros demais que chamam de amor... vai ver que é!
Sua distribuição é onipresente, até mesmo ao redor dos mais céticos. É transbordante entre amigos, incalculável entre pais e filhos, estonteante e intensa entre amantes, admirável entre voluntários e carentes, encantadora entre crianças e animais de estimação. Eu chamo de amor, há outros demais que chamam de amor... vai ver que é!
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