Senhoras e Senhores, trago boas novas!


No interior dessa marina, morada de velhos barcos experientes e cravejados, um banco para que eu me acomode e despeje palavras e sentimentos que, no ritmo das ondas, são de uma existência cordial.







quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Sobre estar até o talo de pessoas mal informadas, e minha visão sobre as entrevistas do coxinha do William Bonner

A postura do Bonner deveria ressaltar o suposto profissionalismo de um repórter 'consagrado' de uma grande emissora nacional, emissora essa que sempre influenciou a opinião da massa com maestria, exercendo sim um papel questionador, porém não faltando com a ética e o respeito com esse ou aquele candidato, omitindo escândalos de um, ressaltando outros, interrompendo de forma impositiva e vestindo uma máscara ridícula de defensor dos interesses populares. Destacar a corrupção e estudar suas origens e consequências é dever de todo cidadão (no qual o repórter se enquadra), mas principalmente investigar a real procedência dos escândalos das antigas direita e esquerda é responsabilidade unânime de uma pessoa pública e neutra e dos seus compromissos éticos ao mediar entrevistas de grande importância, para que sejam minimizados os efeitos comerciais e multiplicadores das impressões para/com a população através da Rede Globo, da Revista Veja, de outros veículos de maracutaias elitistas, sim!
É o que eu venho percebendo: Muita reclamação, bafafá e alarme de gente pouco informada; Vivemos rodeados de papagaios propagadores de idéias sem fundamento, inaplicáveis, que disparam incessantemente chavões repetitivos aprendidos na mídia e se acham preparados para compreender o funcionamento do sistema político e agregar à ele. Meu respeito a todo cidadão consciente e discreto, de escolhas políticas arbitrárias e bem fundamentadas, sejam elas quais forem mas que sejam baseadas em bons argumentos, porque de 'nhenhenhe' de gente que não lê e nem nunca leu, eu já ando até o talo!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Há quem chame de amor...

   Às vezes me pego pensando na real importância da intuição. Sim, porque deve haver em algum lugar, em alguma galáxia ou buraco negro, uma fonte de energia que faz bater o coração das pessoas mais forte. Há quem chame de amor.
   Essa energia toma conta de diversas cabeças, na fração de segundo de um mínimo descuido, e mergulha sobre os corpos e as almas. Há quem chame de amor.
   Isto aí atrapalha a concentração, mas também ajuda a concentrar! Dá forças e motiva a ação benéfica. Solta sorrisos fáceis e previne rugas! Há quem chame de amor.
   Há boatos, inclusive, de uma alegria imensa em estar junto da bagunça dentro de uma casa antiga, com diversos reparos a serem feitos e com intrigas familiares... tudo isso motivado por essa coisa, que uns e outros insistem em chamar de amor.
   Essa intuição leva uma inspiração e criatividade incríveis para/com o mundo, mas também não é perfeita: traz com ela uma ansiedade de vida que consome, noites e dias, as cabeças envolvidas. Há quem chame de amor.
   Os que a absorvem, apresentam tendências coloridas de pensar e leves de agir, seja no meio urbano ou no meio do mato. Esse bicho, quando pica, é insistente e não há vacina que o combata. Há quem chame de amor. 
   Sua distribuição é onipresente, até mesmo ao redor dos mais céticos. É transbordante entre amigos, incalculável entre pais e filhos, estonteante e intensa entre amantes, admirável entre voluntários e carentes, encantadora entre crianças e animais de estimação. Eu chamo de amor, há outros demais que chamam de amor... vai ver que é!