A curiosidade brota nas horas mais (im)próprias. Sede de
tudo mesmo consciente do vazio que lá existe, o que prefere ser maquiado na mais
explícita falta de conhecimento que se poderia imaginar, num constante
convencimento sobre o que não se sabe, e mal se quer saber.
Observo, sinto e aprendo com a energia aflita que brota.
A imparcialidade e a falta de intensidade sobre o curioso...
ah essas não me entram na cabeça; Talvez porque a certeza é pouca, mas a
vontade de alcançar as possibilidades é gigantesca.
O que seria eu, sem essas incertezas? A resiliência me permite sonhar sempre, e é isso
que alimenta o meu viver, o que me desgasta e o que me alavanca.
A pontada no coração, a boca do estômago fervilhando, a
brusca necessidade de algo que supra esse processo me indicam que essa
intensidade e essas dúvidas sobre as definições me fazem vibrar por inteira, em
ambas as esferas: física e espiritual.
A soltura de ser fiel aos impulsos que me constituem, de sorrir
de forma solta, sentir pulsar o mundo inteiro, chorar para inundar os poros e
sentir prazer estonteante poupam a hipocrisia de sobreviver e assistir aos
fatos como espectadores medíocres.
O equilíbrio sobre a positividade proveniente da nossa
proteção, e a negatividade da ala dos sugadores é o dever mais implícito, o
foco de toda a vigia que possa existir.
Aos que definem, sugam e desejam furtos energéticos, esses não
fazem parte da minha levada. Eles acham que fazem...mas a essência já teve seu
trabalho em afastar essas concentrações de atraso de vida, de retidão e de
covardia.
Saber entrar e sair de cena tem sido a arte da minha vida, na
caminhada árdua da rotina e nas minhas viagens.
A janela do mundo é instigante, demanda atenção na abertura
dos olhos para o que se conquista, para o tipo de arte que se constrói com cada
existência. Sigo aprendendo a tênue relação em desejar e oferecer, na
sublime sinceridade de exercer sem maiores programações...

MUUUUUIIIIIIIITO INTERESSANTE!!!
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