No interior dessa marina, morada de velhos barcos experientes e cravejados, um banco para que eu me acomode e despeje palavras e sentimentos que, no ritmo das ondas, são de uma existência cordial.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Poema de Tom Jobim - Chapadão
Enquanto não faço minha casa, devaneio nas possibilidades
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