Ao som das cornetas brasileiras animadas, um sono sorrateiro e o coração transbordando lembrei-me da falta que me feriu com ponta de lança aguda um passeio por entre a natureza, minha natureza exteriorizada nesse recanto. Já é noite e o som das ondas tenta me acalmar como se quisesse me proteger de toda a avalanche que vem junto das buscas mundanas; Óh, quisera eu algum dia poder perder um oitavo de toda a minha interdependência da busca mundana, nao é esse o intuito que tive por ora. Blá Blá Blá, estruturar a vida acadêmia rumo ao gesso do sórdido profissionalismo esquecido, exames frios que não avaliam nada, papel e mais papel pro lixo e conhecimento dissipado... BINGO! Talvez o conhecimento nao exista concreto e sim dissipado, e me cabe alcançá-lo com meus próprios métodos.
Enfim, largando meu pensamento paralelo, definitivamete não saí nessa noite de vento frio cortando minha pele para bradar avalanches profissionais ou cotidiano comum; vim bradar o amor, o raro amor! Sim salabim, o amor me trouxe até aqui pra bradar sua presença e a sua consequente alegria transbordante. Conheci o protagonista dos meus dias no momento em que menos pensava em nada semelhante e fui pêga de surpresa, sendo levada e atropelada dia após dia por conceitos antigos e inválidos e cordialidades até ali inexistentes pra mim; até ali. Meu ego massageado por todo aquele cenário ia levando como quem não quer nada, e quando parei e me olhei no espelho estava totalmente dedicada ao amor, e espontâneo sentimento me traz aqui pra desabafar com os poucos graus desse fim de noite que com amor a vida vale a pena!
A luz dos meus olhos tem nome, família e me acompanha em todos os lugares do mundo aconchegado nos sofás do meu coração. Recomendo-lhes o amor, pra que comecem a viver de fato. Sem ele, nada existe além da ilusão dos dias passantes...
Boa noite!
Eita! Mas nem um post em setembro?
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