Senhoras e Senhores, trago boas novas!


No interior dessa marina, morada de velhos barcos experientes e cravejados, um banco para que eu me acomode e despeje palavras e sentimentos que, no ritmo das ondas, são de uma existência cordial.







quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Abandono

É.. pois então me encontro de volta! Tudo pra trás, colares vermelhos, Sol, terra molhada, vento forte de zumbir ouvidos.. o frequente retorno de nenhuma fuga aparente, que derruba todas as paredes construídas com tempo de vida, de sua autoria. Acabou! São tempos de loucura!
Eu a sinto, a me arrepiar... O famoso jogo de palavras falsas, o barulho vazio, a euforia de lugar algum e todo esse lixo que me faz parte! Insuportável você, tanto quanto eu, vítimas não, culpados, covardes!
Já se foram os tempos áureos, é hora de acordar... mas, pra mim isso é impossível, estou num lençol de pobreza predestinada à falta de coragem! Ahhh como esses julgamentos que estão circundando essas palavras são cretinos não?! Carne, osso e alma sujos, estancados!
Hoje o meu sentimento é de asco, de tudo isso aqui na minha frente.. e passo sem pedir desculpas!
O tapa da cara é dado, e desculpa é areia posta ao tufão, com conforto errado!
Nada funciona de fato.
A máscara cai cada vez mais.. o tempo corre cada vez mais... o casulo já nao suporta mais a larva

5 comentários:

  1. sempre me encanto com seus escritos.

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  2. ESTE CORAÇÃOZINHO ME PARECE MUITO TRISTE E INDECISO.

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  3. UAU... muito profundo!! parece que se deixa seguir por um caminho natural. Como uma brisa! MUITO BOM!! PARABÉNS! já vou add nos favoritos aqui! =D . ALEXANDRE PAPAI!

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  4. marina, nao sabia que voce escrevia, e ainda bem. cara, parabens

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  5. Nos perdemos entre a idéia e as palavras. Formule melhor

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